Trabalhar com eletricidade de alta tensão é uma das atividades mais perigosas do mercado de trabalho. O risco de choque elétrico fatal ou queimaduras graves garante ao eletricitário o direito à Aposentadoria Especial. No entanto, o INSS costuma ser extremamente rigoroso na análise desses pedidos, exigindo que a exposição à tensão superior a 250 volts seja comprovada de forma técnica e contínua.
Se você trabalha no setor elétrico, precisa saber como blindar o seu pedido de aposentadoria para não cair nas garras da burocracia.
1. O requisito da Alta Tensão
Para o INSS, não basta ser eletricista residencial. O direito à aposentadoria especial (ou conversão de tempo) é voltado para quem trabalha exposto a tensões acima de 250 volts. Essa exposição deve ser comprovada por meio de laudos técnicos que atestem a periculosidade do ambiente de trabalho.
2. Aposentadoria Especial vs. Conversão de Tempo
- Aposentadoria Especial: Exige 25 anos de trabalho na área e, após a Reforma, uma idade mínima ou pontuação.
- Conversão de Tempo: Se você não trabalhou os 25 anos na alta tensão, pode converter o período que trabalhou para ganhar um bônus no tempo comum (40% para homens e 20% para mulheres), antecipando a aposentadoria por tempo de contribuição.
3. O PPP do Eletricitário: Onde estão os erros?
Muitas empresas emitem o PPP de forma genérica, sem mencionar a voltagem ou a frequência da exposição. Um PPP mal preenchido é o motivo número um de negativas. É fundamental que o documento cite expressamente a norma regulamentadora (NR-10) e a voltagem superior a 250V.
Eletricitário, o perigo que você enfrenta diariamente deve ser convertido em segurança para o seu futuro. Na Ozon & Tommasi, analisamos minuciosamente o seu PPP e LTCAT para garantir que o INSS reconheça a sua atividade especial e conceda a aposentadoria que você realmente merece.Garanta sua aposentadoria especial por alta tensão. Fale conosco:
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